pensadores:schumacher:cadeia-de-ser
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| + | ====== Cadeia de ser ====== | ||
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| + | * A concepção hierárquica do universo como uma Grande Cadeia do Ser dividida em quatro reinos | ||
| + | * A visão ancestral da Cadeia do Ser como um esquema descendente a partir do Divino, com perda progressiva de qualidades | ||
| + | * A visão moderna, influenciada pela evolução, da Cadeia do Ser como um esquema ascendente a partir da matéria inanimada | ||
| + | * A opção metodológica por iniciar a análise a partir do nível mais baixo, o reino mineral, considerando o ganho sucessivo de qualidades | ||
| + | * A diferença ontológica entre os reinos mineral e vegetal e a introdução do mistério da vida | ||
| + | * O reconhecimento do poder ou fator ' | ||
| + | * A incapacidade das leis da física e da química para explicar ou descrever os poderes de crescimento e autorreprodução dos seres vivos | ||
| + | * A caracterização da transição para a vida como uma descontinuidade ontológica ou um salto no Nível de Ser | ||
| + | * A diferença ontológica entre os reinos vegetal e animal e a introdução do mistério da consciência | ||
| + | * A adição do poder ou fator ' | ||
| + | * A natureza sagrada do fator consciência, | ||
| + | * A caracterização da transição para a consciência como outra descontinuidade ontológica ou salto no Nível de Ser | ||
| + | * A diferença ontológica entre os reinos animal e humano e a introdução do mistério da autoconsciência | ||
| + | * A adição do poder ou fator ' | ||
| + | * A definição da autoconsciência como a capacidade de dizer " | ||
| + | * A advertência sobre o termo ' | ||
| + | * A representação esquemática dos quatro Grandes Níveis de Ser | ||
| + | * A fórmula do ser humano como m + x + y + z, combinando mineral (m), vida (x), consciência (y) e autoconsciência (z) | ||
| + | * A fórmula do animal como m + x + y, e a do vegetal como m + x | ||
| + | * A fórmula alternativa por subtração progressiva de poderes a partir do ser humano: | ||
| + | * M; animal M - z; vegetal M - z - y; mineral M - z - y - x | ||
| + | * A maior facilidade de compreensão do esquema descendente, | ||
| + | * A incompreensibilidade da doutrina evolucionista da emergência espontânea dos poderes da vida, consciência e autoconsciência | ||
| + | * A afirmação de que só se pode compreender, | ||
| + | * A conclusão de que a emergência acidental de poderes que os seres humanos não podem criar é totalmente incompreensível | ||
| + | * A hierarquia inquestionável dos quatro reinos, apesar das fronteiras por vezes disputadas | ||
| + | * A caracterização do universo como uma grande estrutura hierárquica de quatro Níveis de Ser marcadamente diferentes | ||
| + | * O reconhecimento de que cada nível é uma banda larga, com seres superiores e inferiores dentro dela | ||
| + | * A afirmação de que a existência dos quatro reinos não é posta em causa pelas dificuldades de demarcação pontuais | ||
| + | * As limitações das ciências físico-químicas e a crítica às pretensões reducionistas | ||
| + | * A constatação de que a física e a química, que lidam com o nível mineral, não possuem conceitos para os fatores x, y e z | ||
| + | * A analogia entre dizer que a vida é uma propriedade de átomos e dizer que Hamlet é uma propriedade de letras | ||
| + | * A crítica às " | ||
| + | * A crítica ao tratamento reducionista da consciência animal e a sua influência na prática social | ||
| + | * A afirmação de que descrever um animal como um sistema físico-químico complexo omite a sua " | ||
| + | * A constatação da influência ainda pequena da zoologia que vê nos animais mais do que máquinas complexas | ||
| + | * O exemplo de como as teorias filosóficas absurdas, como a do " | ||
| + | * A confusão nas humanidades entre consciência e autoconsciência e as suas consequências para a definição do humano | ||
| + | * A constatação de que as humanidades, | ||
| + | * A analogia entre estudar animais para entender o homem e estudar física para aprender sobre a vida | ||
| + | * A afirmação de que tudo sobre o homem pode ser aprendido exceto o que o torna humano, o fator z | ||
| + | * A importância relativa e a dificuldade crescente de compreensão dos fatores m, x, y e z | ||
| + | * A constatação de que a importância dos fatores para a condução da vida aumenta na ordem m, x, y, z | ||
| + | * A questão sobre a existência de algo para além do mundo material, levantada pela mentalidade moderna | ||
| + | * A defesa de que o essencial é reconhecer a diferença qualitativa dos poderes, independentemente de teorias sobre a sua origem | ||
| + | * A dificuldade de apreciar a autoconsciência e as definições degradantes do homem que daí resultam | ||
| + | * A explicação de que a dificuldade em apreciar o fator z surge porque o superior compreende o inferior, mas não o inverso | ||
| + | * A crítica às definições de homem como " | ||
| + | * A asserção de que nada é mais conducive à brutalização do mundo moderno do que definições degradantes do homem lançadas em nome da ciência | ||
| + | * A autoconsciência como potencialidade ilimitada que define a natureza superior do homem | ||
| + | * A citação de Shakespeare, | ||
| + | * A citação de Werner Jaeger sobre a realização das potencialidades humanas como algo que, uma vez realizado, passa a existir | ||
| + | * A citação de Catherine Roberts sobre a importância do conhecimento da humanidade superior para que todos saibam o que significa ser humano | ||
| + | * A caracterização da autoconsciência como uma potencialidade ilimitada a ser desenvolvida por cada indivíduo para se tornar uma pessoa | ||
| + | * A raridade e vulnerabilidade crescentes dos fatores x, y e z em comparação com a matéria (m) | ||
| + | * A sequência de aumento da raridade e vulnerabilidade: | ||
| + | * A constatação de que o estudo do fator z foi, em todas as épocas exceto a presente, a principal preocupação da humanidade | ||
| + | * A formulação das questões sobre como estudar a autoconsciência, | ||
| + | * A natureza ontologicamente distinta e incommensurável dos quatro elementos m, x, y e z | ||
| + | * A afirmação de que apenas a matéria (m) é diretamente acessível à observação científica objetiva pelos cinco sentidos | ||
| + | * A defesa de que os outros três fatores são conhecidos pela verificação da experiência interior de cada um | ||
| + | * A analogia dimensional para ilustrar a hierarquia ontológica e a realidade relativa dos níveis de ser | ||
| + | * A comparação da descontinuidade ontológica com a descontinuidade de dimensões: a linha, a superfície e o sólido | ||
| + | * A conclusão analógica de que só o homem possui existência " | ||
| + | * A constatação existencial de que o mundo mais " | ||
| + | * O reconhecimento dos quatro elementos como mais importante do que a sua precisa identificação em cada caso | ||
| + | * A distinção entre o reconhecimento da diferença qualitativa e a identificação problemática em casos fronteiriços | ||
| + | * A afirmação de que as dificuldades de identificação e a possibilidade de mimicry do inferior em relação ao superior não invalidam a existência dos quatro níveis | ||
| + | * A caracterização dos quatro elementos como mistérios irredutíveis que precisam ser observados e estudados, mas não podem ser explicados | ||
| + | * O princípio de que o nível superior possui poder organizador sobre o inferior e a questão dos níveis acima do humano | ||
| + | * A definição de que numa estrutura hierárquica, | ||
| + | * A menção à convicção histórica da maioria da humanidade de que a Cadeia do Ser se estende para cima, para além do homem | ||
| + | * O registro de que os indivíduos considerados os mais sábios e maiores do passado partilhavam e consideravam profunda essa crença | ||
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