Os precedentes: a teoria da luz na Óptica de Kepler (1604); O Mundo de Mr.
Descartes ou o Tratado da Luz (1664), a Dióptrica de
Descartes (1637); a desmistificação e descoloração mecanicista do real
Goethe ataca resolutamente a Bastilha newtoniana, tornado um obstáculo epistemológico maior
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A Farbenlehre se propõe a explorar o mundo do olho
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A óptica geométrica procede da alienação intelectualista
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Objeção de consciência às reduções matemáticas
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A verdade do sensível é uma verdade humana
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A via fenomenológica permite o retorno ao real
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A intuição do visível decifra a língua da natureza
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A cor viva e vivida, presença ao mundo
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Da física matemática da cor à antropologia da cor
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O sensível, comunhão com a natureza viva
O imortal jantar de 1817 e o brinde antinewtoniano de Keats
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O maravilhoso newtoniano destrói o arco-íris
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Keats, Blake contra o autor dos Principia e da Óptica
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O refluxo do triunfalismo científico: Shelley
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A defesa da poesia como uma defesa do humano
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Wordsworth: a poesia contra a ciência e a técnica
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Dickens: Tempos Difíceis; Mr. Gradgrind, o massacre dos inocentes ou o fim das ilusões
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Carlyle contra o século de ferro da civilização industrial
A superstição dos fatos
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Requisitório de Michelet contra a Escola Normal
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O jovem Sieyès e a especificidade das ciências do homem
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Mme de Staël e as universidades alemãs
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O diálogo de Saint-Martin e Garât na Escola Normal de 1795
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Senso moral, coração, contra sensacionismo
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A natureza ou o mundo dos signos, um empirismo do espiritual
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Os descaminhos da ciência segundo Carlyle e Saint-Martin
Miséria do positivismo: Stuart Mill, Darwin
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Alienação da objetividade
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A epistemologia segundo Newman; o real e o nocional, o assentimento
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Michelet: instinto e reflexão
CAPÍTULO V: ROMANTISMO, CLASSICISMO
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O classicismo, variável subalterna das luzes
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O paradigma de Versalhes, modelo cultural
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Frederico II não quis fazer justiça a
Kant e
Goethe
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O romantismo alemão, requisitório contra Versalhes e Sanssouci
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August Wilhelm Schlegel: o Curso de Literatura Dramática (1808); o conselheiro cultural de Mme de Staël
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A cultura de Versalhes é uma cultura de classe
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Crítica da universalidade da língua francesa; deficiência poética do domínio francês
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Shakespeare contra Racine; crítica da tragédia francesa que desnatura a vida
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A tradição clássica desde os filólogos de Alexandria
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A arte poética e os regentes de colégio
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O ideal pedagógico das Belas-Letras desde a Renascença e o risco de um bloqueio cultural
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Para a escola de 1660, os clássicos são os Antigos; mas os Modernos de 1660 são logo canonizados como clássicos, com a ativa colaboração de Voltaire
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O duplo jogo do retorno ao antigo neoclássico
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Renovação da cultura antiga na Alemanha; o classicismo alemão
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Os românticos alemães são humanistas; Propyläen e Athenäum
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O romantismo recusa a retórica do colégio e as restrições estéticas
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O anti-romantismo de Bouterwek
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Antigos e Modernos, clássicos e românticos segundo A. W. Schlegel
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A modernidade contra o Antigo Regime cultural
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A posição de Mme de Staël em 1800 e 1810
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Classicismo dissociado de Romantismo como estilo de vida e modelo cultural
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Schlegel, o romantismo, era cristã das belas-artes no Ocidente
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Disjunção da antiguidade e da modernidade
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Extroversão e introversão e seu equilíbrio
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A contribuição cristã à antropologia
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Explosão da forma fechada clássica, mistura dos gêneros e abolição dos ranques
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Progressividade sem limite
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Abertura do horizonte
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A poesia segundo o fragmento 116 do Athenäum e o novo espaço da poética
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“Classicismo ilimitado” e nova fronteira
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Ato de nascimento da poesia romântica
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Uma era de liberdade
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O idealismo mágico de
Novalis, substituído à doutrina clássica da imitação
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CAPÍTULO VI: O PARADIGMA CLÁSSICO
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O classicismo definido depois pelos partidários de uma poética defunta
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Etimologias
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Sainte-Beuve por um classicismo da excelência generalizada e relativizada
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As artes poéticas dos séculos XVI-XVII e o classicismo do XIX
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Coleridge: Antigos e Modernos (1808)
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Os dois paradigmas: o Panteão e a abadia de Westminster
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O paradigma clássico fortemente marcado pela cultura francesa
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Academicismo, conservadorismo, reação; posição defensiva numa guerra civil cultural
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O modelo ideal das Belas-Letras é um mito pedagógico
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Humanidades clássicas e século de ouro francês
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A escola de Versalhes não tem a superstição do passado
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Sociologia da ordem e tradição humanista
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O retorno ao antigo implica uma ruptura
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Filologia contra Belas-Letras
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A doutrina clássica e o compromisso de 1820, preparado por Marmontel, Laharpe
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Villemain; o classicismo em posição defensiva
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A ascensão dos perigos culturais e o princípio de autoridade em literatura
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Implicação mútua dos valores estéticos, políticos, religiosos
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O argumento do consentimento universal
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O dogmatismo de Nisard e a relativização do gosto
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Arbitrariedade do modelo das “sãs doutrinas”
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O mito cartesiano, na doutrina clássica
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Os postulados do classicismo: natureza, razão, bom senso, clareza, universalidade
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Crítica de Mornet
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A poética clássica é uma axiomática intelectualista
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As resistências ao espírito geométrico
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Nodier: os Contos de Perrault e o fantástico
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Espaço mental do paradigma versalhês; absolutismo galicano
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Revelação natural da Beleza
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A. W. Schlegel: estatuário e pictorial
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Woelfflin e o Barroco
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Barroco e Romantismo, modos de escape à razão clássica
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A inspiração contra a ordem
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O Romantismo é um Barroco em profundidade, segundo a ordem dos valores
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Uma mutação totalitária
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Aliança do classicismo e das luzes no século XVIII
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O academicismo como Antigo Regime cultural
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Paradigma clássico e paradigma romântico
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CAPÍTULO VII: NOVAS FRONTEIRAS DA CULTURA
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Mutação da cultura europeia
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A cultura europeia não é a justaposição de culturas nacionais
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Imperium romanum, Romania; Renascença, gargalo
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Reforma, Luzes, Revolução
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O romantismo funda a tradição da Europa das nacionalidades, em ruptura com o cosmopolitismo
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Mito da fronteira e conhecimento dos confins
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Da literatura às literaturas
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O papel de Mme de Staël
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Universalismo racional das luzes e nacionalismo francês
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A mistura da Revolução suscita um mercado comum cultural
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O papel dos emigrados
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Da Alemanha, bíblia do romantismo
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A Alemanha desconhecida na França
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A descoberta das Terras Novas e a deslocação do campo unitário da cultura
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A Alemanha, nação piloto na internacional romântica
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Unidade na heterogeneidade
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Relatividade e desmultiplicação das culturas e dos gostos
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Reabilitação do gótico
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Herder e a polivalência cultural, contra o imperialismo clássico
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Primitivismo e antiguidades nacionais
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Cultura popular
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O espaço cultural não se reduz ao domínio mediterrâneo
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Descoberta da pluralidade dos mundos culturais; a Índia, o Oriente
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Frédéric Schlegel e o indianismo
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O renascimento oriental, dimensão nova do saber e do olhar
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Herder: por uma história universal da cultura mundial
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Herder contra Condorcet
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Uma nova cultura: das Belas-Letras às humanidades modernas
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Bouterwek
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O rearranjo do espaço cultural suscita resistências
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A nova aliança dos povos: Quinet, Michelet
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O ensino das literaturas estrangeiras: Nodier, Sismondi, Villemain
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As traduções românticas
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Advento do comparatismo em literatura
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Literatura comparada ou literatura geral
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CAPÍTULO VIII: SABER
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A Ciência é uma entidade mitológica
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O gnosticismo de Newton
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Newton não era newtoniano
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A historiografia das ciências contra a história
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O retorno da tradição astrobiológica recalcada pela revolução mecanicista
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O primeiro modelo unitário de inteligibilidade rigorosa, da Antiguidade ao século XVI
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Piedade cósmica de Ptolomeu
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Harmonia da alma e do mundo
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Aderências ontológicas da ciência e da filosofia antigas
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Princípios fundamentais da astrobiologia
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As incompreensões de Festugière
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Defesa e ilustração das ciências ocultas contra a ideologia das luzes; dia noturno, noite diurna
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A iluminação contra as luzes
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A cosmobiologia, segunda voz da cultura
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O conhecimento não mudou de leito em 1630
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A astronomia galileica não substitui a astrobiologia
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As persistências da inteligibilidade cosmomórfica, em química, em medicina
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Paracelso, van Helmont, os Rosa-Cruz, Stahl
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O saber romântico na tradição do vitalismo cosmomórfico
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Inversão das evidências e primado das indicações do dentro
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Retorno em força do iluminismo, do ocultismo no século XVIII
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Primado da fé sobre a ciência
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O saber romântico faz parte da história das ciências
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O físico romântico J. W. Ritter
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A epistemologia romântica de Bernardin de Saint-Pierre
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Amor e conhecimento
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Processo do cegamento da ciência galileica, que desnatura a natureza
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Antimecanicismo
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As harmonias da natureza; paradigma antropocósmico
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Mme de Staël e a Naturphilosophie alemã; organicismo, espírito maravilhoso e espírito geométrico
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Desconhecimento do saber romântico pelos historiadores franceses
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A Naturphilosophie segundo Henrich Steffens
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Urtypus do Totalorganismus
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Schelling: inteligibilidade unitária da natureza
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“Física em grande” e cosmobiologia
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Integração dos conhecimentos experimentais: magnetismo, eletricidade, química, calórico, geologia
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O organicismo romântico, de modo algum negligenciável, influenciou profundamente o desenvolvimento das ciências em muitos domínios
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Carl Schmitt: o romantismo como ocasionalismo subjetivo
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Ritter: a natureza se harmoniza com o homem
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Sentido da vida segundo Carus
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Situação do sujeito do conhecimento romântico
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CAPÍTULO IX: CO-NASCIMENTO
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Solidão ontológica de
Descartes em seu fogão
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Despossessão do sujeito no cosmopolitismo intelectualista
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A consciência romântica vem a um mundo já aí
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A tomada de consciência romântica é uma retomada
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Sonos e despertares
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O saber romântico não pode fechar-se sobre si mesmo
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O sonho de
Novalis oposto ao de d'Alembert: Enciclopédia e Bíblia, Grande Obra
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A Antropo-cosmo-teologia romântica oposta ao dualismo cartesiano e ao positivismo, que neutralizam o campo epistemológico
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Não há saber sem posição
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A consciência não é um centro autônomo: Co-nascimento
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A evidência cartesiana como recalcamento
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Inconsciente, obscurum per obscurius
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Fusão quase conjugal da subjetividade e da objetividade
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Sophia indicadora do caminho para o centro
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O projeto romântico como voto do absoluto, e seu fracasso inevitável
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O romantismo é um pietismo espiritual
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Erleben, Erkennen, conversão
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Primazia do espaço interior
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Lamennais: o descaminho dos físicos
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Michelet: o gênio, faculdade divinatória; os dois sexos do espírito
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Baader: conhecimento e sexualidade
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O tema epistemológico do andrógino
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Novalis: o conhecimento é encontro criador, adivinhação, vidência
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Recriar em si a natureza em estado nascente
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Michelet e a ressurreição do passado, abordagem divinatória
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Evidência e invisidência
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O papel do sentido interno e a unidade do sentido
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Voltar aquém da disjunção do dentro e do fora, do masculino e do feminino, numa visada escatológica
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Do idealismo transcendental de
Fichte ao idealismo mágico de
Novalis
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Nostalgia do absoluto: Heimweh, Sehnsucht
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O espírito se faz mundo, o mundo se faz espírito
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Boehme: imaginação, magia
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Poiesis, busca mental
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Um transformismo universal
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Comunicação das consciências e das existências; coexistência
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Solidão e comunidade
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O encontro: espaço humano romântico da amizade e do amor
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Interioridade recíproca e participação mútua ontológica das existências
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Antropocosmismo de Steffens oposto ao intelectualismo positivista
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Uma pedagogia da individualidade
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Biografia e autobiografia românticas
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A viagem, desvio de si a si
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Linha de vida e iniciação
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A revelação de Jean Paul
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O saber romântico é uma gnose
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O desvio alegórico, o orfismo
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Ballanche
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O cego como vidente
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Viagem iniciática e Bildungsroman
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CAPÍTULO X: EPISTEMOLOGIA DA TOTALIDADE
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Encher o conhecimento
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O saber romântico não divide para reinar
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O romantismo reage contra a restrição kantiana da inteligibilidade
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Da explicação à implicação
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O espaço vivido da presença ao mundo; o tempo da rememoração e da esperança, opostos ao espaço-tempo das luzes cosmopolitas, campo de manobra do intelecto
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Presença total à realidade total
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Verdade transpessoal, Verstehen aus dem Ganzen
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A Hansa dos poetas
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Symphilosophieren
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Totalitarismo ontológico e incoerência epistemológica
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F. Schlegel, Hoffmann, Jean Paul
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O projeto bíblico de
Novalis e de Frédéric Schlegel
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Fundar uma religião
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Bíblia da Humanidade, Legenda dos Séculos, rumo ao livro total
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A obra romântica como projeto inacabado
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As enciclopédias do século XIX: Saint-Simon, Pierre Leroux e Jean Reynaud
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O profetismo romântico francês
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O espírito de totalidade
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Shelley e os românticos ingleses
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Uma enciclopédia com múltiplas dimensões
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Subir a ladeira da especialização
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Rumo à nova mitologia do saber absoluto
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Os Discípulos de Sais e a busca da língua sagrada, sânscrito ontológico
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Formel des Universums e equação de universo (Laplace)
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Voluntarismo fichtiano e gnosticismo das iniciações
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Sábios, poetas e sacerdotes
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Magia e harmonia universal de Kepler a Ritter
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A verdade romântica como princípio de identidade universal
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A harmonia serve de fundamento à indução
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Amor e reconhecimento do homem e do mundo
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A natureza ou a petrificação do sentido
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A analogia da vida substituída à analogia da matéria
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Natureza, espírito visível; espírito, natureza invisível
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Do organicismo dinâmico de Herder à Naturphilosophie de
Schelling
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CAPÍTULO XI: ORGANISMO
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Schelling: natureza e espírito como organismos; regularidade e finalidade
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O espinozismo da física
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A ideia de organismo, arquétipo da inteligibilidade
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Herder e a tradição cosmobiológica
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As metamorfoses do organismo e a morfologia de
Goethe
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Tema fundamental da relação com o mundo romântico
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O fim do animal-máquina
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Testemunho de Steffens
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Conhecimento intuitivo do Totalorganismus
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O hino de
Goethe à natureza
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Consciência como Selbsterkenntnis der Vernunft
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Organologia
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O organismo na medicina romântica
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Görres: organomia
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O conceito de organismo nas ciências da cultura
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A inteligibilidade vegetativa e o paradigma da árvore
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Das árvores do paraíso às árvores de Porfírio, Lúlio,
Descartes
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Arborescência da verdade romântica; Coleridge, Guérin, Hugo, Lachelier e a parábola da árvore
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Árvore da cultura e árvore cósmica
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Forma mecânica e forma orgânica segundo A
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W. Schlegel e Coleridge
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Uma nova arte poética
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Germinação da unidade viva
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Do fisicalismo galileico à biologia romântica
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O bergsonismo de Pierre Leroux
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Encaixamento dos germes do cosmos
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Superabundância do sentido: analogia, relações, símbolos
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Uma hermenêutica do monismo organicista
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CAPÍTULO XII: FRAGMENTO
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Obra aberta e verdade inacabada
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Hugo: Oceano
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Gesamtkunstwerk e fragmento
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Forma formans e forma formata
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Os fragmentos de J. W. Ritter e dos Naturphilosophen
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Expressar o infinito no finito
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Dos Pensamentos de
Pascal aos fragmentos do Athenäum
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Poética do fragmento
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A vida contra o intelecto
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Os Stürmer; Hamann, o pensador com quebra-nozes
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Sondagens
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Alargamento do gênero fragmentário: aforismos, cartas, conversa, diário íntimo
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A verdade em migalhas
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F. Schlegel e
Novalis fragmentadores
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O fragmento não é um destroço, mas um germe
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O caso de Georg Forster
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Witz e fragmentarische Genialität
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Sistema e caos
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O fragmento, microcosmo miniaturizado do pensamento
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Baader: imanência do pensamento a si mesmo
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Fragmentação de Jean Paul
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Sainte-Beuve e as escrituras da obra em estado nascente
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CONCLUSÃO
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Diderot: uma oração fúnebre prematura da matemática
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Diderot contra d'Alembert
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Diderot Naturphilosoph pressente a mutação cultural do romantismo
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Do paradigma matemático ao paradigma biológico
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Conversão epistemológica
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Nova interpretação da matemática segundo
Novalis
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Neopitagorismo romântico
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Uma metamatemática ontológica reveladora das harmonias cósmicas
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Os verdadeiros matemáticos são iniciados
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Jouffroy: a razão não é prisioneira de suas próprias leis