O texto das Escrituras entrou em efervescência com a renascença filológica anterior à Reforma, recuperando o modelo alexandrino das Belas Letras, encerrando o monoteísmo cultural e dissolvendo o totalitarismo cristão, permitindo que Virgilio fosse visto como evangelista e que Atenas e Jerusalém, bem como
Homero e Virgilio, fossem amados por si mesmos.