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FUNDAMENTOS DO SABER ROMÂNTICO
Estrutura de tópicos de acordo com o autor
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PREFÁCIO
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INTRODUÇÃO: EM BUSCA DO ROMANTISMO
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Frédéric Schlegel: 2.000 páginas para definir o Romantismo
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1797 ou 1798, ano inaugural do Romantismo
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Prioridade da Alemanha
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Incoerência e inconsistência de um conceito indispensável
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As palavras-chave da periodização histórica são na maioria indefiníveis e arbitrárias, mas indispensáveis
A Europa romântica, teia de aranha ou nebulosa-
Não existe romantismo de pleno exercício, mas romantismos históricos remetendo a um Romantismo imaginário
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Descentralização da noção
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A busca do sentido como vigilância espiritual
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O Romantismo como inspiração, irredutível às suas inscrições históricas
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A beleza de morrer na flor da idade
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Não decifrar a história começando pelo fim, mas respeitar o mistério do devir que se faz à medida
O Romantismo, fermento cultural-
Do Sturm und Drang ao Athenäum, os historiadores criaram uma filiação, mas sua intervenção não deixa o campo livre
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O conceito de Romantismo aplicado à cultura inglesa e francesa
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Não existe romantismo cem por cento
A história da palavra “romântico” não se confunde com a história do romantismo-
As insuficiências das pesquisas históricas sobre o vocabulário
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Fortuna europeia da palavra “romântico” a partir de Shaftesbury
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Súbita fosforescência de “romantisch” no grupo do Athenäum
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Invenção das etimologias; a reabilitação da Idade Média
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Herder e Goethe contra Voltaire e Condorcet
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Der Romantiker e die Romantik (Novalis, Jean Paul), das Romantische (Steffens), como sentido do infinito
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F. Schlegel: “Um romance é um livro romântico”
Gênese explosiva do sentido-
O romantismo como método poético de retomada do real
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Romantisieren (Novalis); uma epistemologia poética
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Contra o romantismo pueril e honesto da pedagogia escolar
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Os grandes românticos e os pequenos, os literatos e os outros
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Contagem arbitrária do romantismo francês
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O romantismo de Michelet
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Por uma abordagem verdadeiramente interdisciplinar, não realizável nas universidades francesas
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A questão do romantismo, questão mal colocada, por falta de uma visão suficientemente ampla
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O caso do romantismo polonês
O Romantismo pretende mudar a cultura e a vida: “Bíblia”, “Enciclopédia”, sentido dos valores-
Da Alemanha não é um livro de literatura
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Esfarelamento dos romantismos
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Inconsistência do conceito de romantismo em obras universitárias francesas; os usos na Alemanha e no mundo anglo-saxão
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Nunca houve unanimidade romântica
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O século XIX, século burguês, não romântico
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O romantismo trava um combate retardatário, em contracorrente da história
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Os castelos de Luís II da Baviera
O diálogo de Herder e Condorcet-
A catedral de Estrasburgo ou o Partenon
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A nova tradição europeia; as “epopeias românticas”, inversão das alianças culturais
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A história da literatura alemã de Bouterwek; o romantismo medieval e o neo-romantismo moderno
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Regressão arcaizante e poesia progressiva
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Revolução nacional cultural
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Uma nova dimensão da consciência
A essência do romantismo como renovação da verdade-
Uma busca das raízes do saber em todos os domínios
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Descoberta de uma constante de cultura, de uma categoria trans-histórica
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Ponto focal
SITUAÇÃO HISTÓRICA DO ROMANTISMO: ROMANTISMO E REVOLUÇÃO-
Do romantismo eterno ao romantismo histórico
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A armadura ontológica do Antigo Regime cede lugar ao reformismo das luzes
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A Revolução Francesa dá o poder à razão
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O romantismo é próprio da Europa pós-revolucionária; uma ordem frágil, sobre as ruínas da esperança revolucionária; revoluções dentro da Revolução; a razão triunfante gera o Terror
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Da república universal ao Império Francês
Uma nova Europa-
As pessoas deslocadas; o exílio e a consciência romântica
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A Revolução torna-se uma categoria da história
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Do desencantamento a uma nova esperança
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Os revolucionários suscitam os reacionários
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Limiar da modernidade, o deslocamento do centro de gravidade cultural de fora para dentro
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Um mundo frágil apela a um homem novo
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A Revolução vitoriosa não teria sido romântica
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A lenda napoleônica
PRIMEIRA PARTE: O ESPAÇO-TEMPO ROMÂNTICO-
CAPÍTULO PRIMEIRO: DOMÍNIO GERMÂNICO
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O período romântico confere à Alemanha a primazia cultural
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Da pátria cultural à pátria política
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O Sacro Império, que agrupa frouxamente as Alemanhas, não é um império alemão
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Germania, Alemania, Teutschland
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O Sturm und Drang contra a Aufklärung
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O impacto limitado da Revolução Francesa em seus primórdios
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O papel de Napoleão
A consciência romântica não está mais à escala da Kleinstaaterei germânica-
Sentido novo de uma vocação espiritual da Alemanha, após o fracasso da Revolução, reforçado pelo colapso prussiano de 1806
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Napoleão suscita a Alemanha moderna e nacionalista
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Romantismo e união sagrada
Romantismo e classicismo: o Athenäum e os Propyläen-
Fontes comuns: Winckelmann
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Goethe na Itália, do Sturm und Drang ao classicismo
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A invenção da filologia; Altertumswissenschaft
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Fim do mito das belas-letras
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O classicismo integra e domina o Sturm und Drang; o romantismo, unidade superior do classicismo e do Sturm und Drang, funda a especificidade da cultura alemã
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Complexidade intrínseca desse romantismo
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Importância decisiva da filosofia e da inspiração religiosa; abertura à transcendência, iluminismo
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Escatologia da consciência
A Hansa do Athenäum (1798-1800), solstício romântico de Iena-
O grupo de Heidelberg e a irradiação cultural do romantismo
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A denominação “romântico” foi imposta pelos adversários, remanescentes da Aufklärung
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Mutação cultural e mutação política; o romantismo associado à afirmação da consciência nacional
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Endurecimento do romantismo envelhecido, que vira à direita
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Frederico Guilherme IV, romântico coroado; Luís II da Baviera
O romantismo, fermento cultural extraliterário, nas artes e nas ciências humanas-
A historiografia do romantismo alemão, desde Heine e Dilthey, e a constituição de uma escola romântica
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Gerações ou tipos ideais
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Frühromantik, Hochromantik, Spätromantik
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Recorrências românticas na cultura germânica posterior
CAPÍTULO II: DOMÍNIO BRITÂNICO-
A Inglaterra e a Revolução Francesa
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Limites do romantismo inglês: 1798-1824 ou 1789-1832
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Arbitrariedade desses recortes
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O problema do “pré-romantismo” inglês
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Modesto relevo social do romantismo britânico; poetas antissociais
Fontes inglesas do romantismo europeu: Shakespeare, Milton-
A escola romântica inglesa inventada depois pelos historiadores
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Byron anti-romântico
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O spirit of the age e suas contradições
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As romancistas burguesas: Jane Austen
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O Morro dos Ventos Uivantes, obra-prima romântica na era vitoriana
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Pouca centralização cultural na Inglaterra, pouco suporte logístico
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Os poetas laureados
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Sem batalha romântica, porque não houve classicismo
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A Augustan age diferente da cultura de Versalhes
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Sem dogmatismo cultural
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Shaftesbury, pai fundador do romantismo britânico
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Fraca base teórica, filosófica, teológica
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O caso da Biographia Literaria
Um romantismo em ordem dispersa-
O precedente elisabetano torna desnecessário um Sturm und Drang britânico
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A alquimia lírica do romantismo inglês
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Natureza e sobrenatureza nas Lyrical Ballads; uma poética pouco política e pouco científica
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O romantismo para além do romantismo: os Pré-Rafaelitas, reação estética e moral ao triunfo da civilização industrial
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John Ruskin, profeta da era pós-industrial, ou melhor, pré-industrial
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A pintura inglesa: Constable, Turner, os pintores pré-rafaelitas
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Pré-Rafaelitas e Nazarenos
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William Morris: artes decorativas e socialismo espiritualista
Carlyle, uma sabedoria da energia fundada em transcendência religiosa-
O movimento de Oxford; Newman e o romantismo
CAPÍTULO III: ROMANTISMO FRANCÊS-
Enquanto a Alemanha faz um romantismo de mobilização, o romantismo francês é um romantismo de desmobilização
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O estilo cultural da Revolução e do Império é neoclássico, anti-romântico
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A nacionalização das letras e das artes
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Racionalismo progressista e nacionalismo
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Daunou contra o “platonismo germânico”
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Juventude de uniforme
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A intelligentsia no exílio: Chateaubriand, Mme de Staël; papel de August Wilhelm Schlegel
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Da Alemanha, iniciação ao domínio germânico
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O Curso de Literatura Dramática de Schlegel
A ruptura de 1815-
Os filhos do século entregues a si mesmos; retorno ofensivo da subjetividade recalcada
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Um romantismo do fracasso; a velha geração se sacrificou em vão
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O primeiro romantismo, antirrevolucionário e monarquista
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Formação da lenda napoleônica com a Revolução a partir de 1830; formação da historiografia revolucionária
Românticos e clássicos; um debate especificamente francês no espaço mental do colégio jesuíta, rebatizado de liceu-
Jovens e brilhantes retóricos
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Daí “um romantismo anêmico e trucado”
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Uma escolástica literária
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Verdadeiro e falso romantismo, antes ou depois da queda dos Burgraves
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Sainte-Beuve e a escola de Bernardin de Saint-Pierre; áticos e asiáticos
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O papel de Chateaubriand
A fase ascendente do romantismo-
O romantismo, da potência ao ato
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As visões de Nodier
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Sucesso da nova escola e passagem do romantismo da direita para a esquerda
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Liberalismo, protestantismo em literatura
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A geração de 1830, mas o rei cidadão não é um rei romântico
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Os românticos chegados não são mais aqueles que partiram
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Um novo romantismo da presença ao real
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A hora de Joseph Prudhomme e de Biedermeier
Os Jeune France; os “pequenos românticos”, românticos da revolta e do desafio, são talvez os maiores-
Gérard de Nerval, o homem das iniciações românticas, ou o romantismo essencial
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Romantismo não morto em 1848
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Posteridades românticas
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As ideologias românticas: Lamennais
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O otimismo tecnológico, socialista, espiritualista: Buchez, Leroux, Quinet, Michelet
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O triunfalismo social de 1848 e seu fracasso
SEGUNDA PARTE-
CAPÍTULO I: PARA UMA EPISTEMOLOGIA DO ROMANTISMO
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A análise dos romantismos nacionais não fornece uma definição unitária do Romantismo
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Romantismo ou romantismos
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O historiador compreende melhor a história que os contemporâneos, mas a compreende de outra forma
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O romantismo não é axiomatizável
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Das variedades da experiência romântica ao projeto romântico como foco imaginário
A descontinuidade entre as gerações-
A busca do sentido no labirinto
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Não há sistema romântico porque o romantismo não foi um sistema
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Um romantismo do mais ou do menos: os filósofos
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Não existe romântico cem por cento
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Interpretações redutoras: marxismos, freudismos; biologia lamarckiana ou darwiniana da cultura
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A sucessão dos modos culturais não obedece a uma lei de progresso
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Restituir uma idade mental
CAPÍTULO II: CREPÚSCULO DAS LUZES-
Hamann e Herder contra a Aufklärung berlinense
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A renúncia do entendimento
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Goethe, juiz das luzes francesas por volta de 1770: Voltaire, Helvétius, a Enciclopédia
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Sturm und Drang
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A reabilitação da imaginação produtora está em germe em Kant; as limitações do criticismo convidam à aventura especulativa
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A reação dos Ideólogos de Paris
Novalis: a restauração da fé-
Contra a desolação técnica
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A Revolução Francesa e o desencantamento das luzes
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Joseph de Maistre, Sabatier de Castres, Lamennais
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O mal das luzes e o retorno ao concreto
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Baader: Naturphilosophie contra a filosofia matemática
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Renan: erro de substituir a reflexão pela espontaneidade
CAPÍTULO III: CIENTISMO, ROMANTISMO. CONFLITO DAS INTELIGIBILIDADES-
Locke sacrifica a metafísica à epistemologia
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O sonho de d'Alembert e o segundo processo de Galileu
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O romantismo é também um modelo epistemológico oponível ao modelo positivista
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O terrorismo fisicalista e sua tradição
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Galileu e Pascal
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Do pluralismo epistemológico ao monoteísmo cientificista
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A verdade não faz mais causa comum com a realidade; da antropologia à entropologia
O romance, organon da verdade romântica-
Poética e ontologia
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Novo romance e morte do homem
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O retorno da poética recalcada em Bachelard
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O conhecimento do homem irredutível ao conhecimento das coisas
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Eterno retorno do intelectualismo socrático e das intuições pré-socráticas
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A revolução galileica neutraliza o eu, o mundo e Deus
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As Memórias do Subsolo e a descoberta da condição humana
Shaftesbury contra Locke-
Consciência condiliana ou presença ao mundo
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A lógica romântica sobreposta à lógica aristotélica
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Círculo vicioso das axiomáticas e escape livre
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Novalis: destruir o princípio de contradição
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Visão, iluminação; o batismo de fogo
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Uma inteligibilidade explosiva
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Valéry e Swedenborg
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Saber como iniciação, reintegração, reconhecimento
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Uma mítica gnóstica do saber
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Em busca da ciência perdida
CAPÍTULO IV: O PROCESSO DE NEWTON-
O processo movido a Newton pelos românticos marca o fim da era das luzes, inaugurada pelo processo de Galileu
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Ao atacar Newton, Goethe se alinha ao romantismo, que não é uma moda literária, mas uma visão de mundo
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Vinte anos de pesquisa preparam a Farbenlehre de 1810
Os precedentes: a teoria da luz na Óptica de Kepler (1604); O Mundo de Mr. Descartes ou o Tratado da Luz (1664), a Dióptrica de Descartes (1637); a desmistificação e descoloração mecanicista do real-
A Óptica de Newton (1704); o espaço mental de Newton não é um espaço vital
Goethe ataca resolutamente a Bastilha newtoniana, tornado um obstáculo epistemológico maior-
A Farbenlehre se propõe a explorar o mundo do olho
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A óptica geométrica procede da alienação intelectualista
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Objeção de consciência às reduções matemáticas
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A verdade do sensível é uma verdade humana
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A via fenomenológica permite o retorno ao real
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A intuição do visível decifra a língua da natureza
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A cor viva e vivida, presença ao mundo
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Da física matemática da cor à antropologia da cor
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O sensível, comunhão com a natureza viva
Schopenhauer, aliado desajeitado de Goethe no combate contra NewtonO imortal jantar de 1817 e o brinde antinewtoniano de Keats-
O maravilhoso newtoniano destrói o arco-íris
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Keats, Blake contra o autor dos Principia e da Óptica
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O refluxo do triunfalismo científico: Shelley
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A defesa da poesia como uma defesa do humano
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Wordsworth: a poesia contra a ciência e a técnica
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Dickens: Tempos Difíceis; Mr. Gradgrind, o massacre dos inocentes ou o fim das ilusões
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Carlyle contra o século de ferro da civilização industrial
A superstição dos fatos-
Requisitório de Michelet contra a Escola Normal
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O jovem Sieyès e a especificidade das ciências do homem
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Mme de Staël e as universidades alemãs
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O diálogo de Saint-Martin e Garât na Escola Normal de 1795
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Senso moral, coração, contra sensacionismo
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A natureza ou o mundo dos signos, um empirismo do espiritual
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Os descaminhos da ciência segundo Carlyle e Saint-Martin
Miséria do positivismo: Stuart Mill, Darwin-
Alienação da objetividade
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A epistemologia segundo Newman; o real e o nocional, o assentimento
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Michelet: instinto e reflexão
CAPÍTULO V: ROMANTISMO, CLASSICISMO-
O classicismo, variável subalterna das luzes
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O paradigma de Versalhes, modelo cultural
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O romantismo alemão, requisitório contra Versalhes e Sanssouci
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August Wilhelm Schlegel: o Curso de Literatura Dramática (1808); o conselheiro cultural de Mme de Staël
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A cultura de Versalhes é uma cultura de classe
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Crítica da universalidade da língua francesa; deficiência poética do domínio francês
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Shakespeare contra Racine; crítica da tragédia francesa que desnatura a vida
A tradição clássica desde os filólogos de Alexandria-
A arte poética e os regentes de colégio
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O ideal pedagógico das Belas-Letras desde a Renascença e o risco de um bloqueio cultural
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Para a escola de 1660, os clássicos são os Antigos; mas os Modernos de 1660 são logo canonizados como clássicos, com a ativa colaboração de Voltaire
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O duplo jogo do retorno ao antigo neoclássico
Renovação da cultura antiga na Alemanha; o classicismo alemão-
Os românticos alemães são humanistas; Propyläen e Athenäum
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O romantismo recusa a retórica do colégio e as restrições estéticas
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O anti-romantismo de Bouterwek
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Antigos e Modernos, clássicos e românticos segundo A. W. Schlegel
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A modernidade contra o Antigo Regime cultural
A posição de Mme de Staël em 1800 e 1810-
Classicismo dissociado de Romantismo como estilo de vida e modelo cultural
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Schlegel, o romantismo, era cristã das belas-artes no Ocidente
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Disjunção da antiguidade e da modernidade
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Extroversão e introversão e seu equilíbrio
A contribuição cristã à antropologia-
Explosão da forma fechada clássica, mistura dos gêneros e abolição dos ranques
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Progressividade sem limite
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Abertura do horizonte
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A poesia segundo o fragmento 116 do Athenäum e o novo espaço da poética
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“Classicismo ilimitado” e nova fronteira
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Ato de nascimento da poesia romântica
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Uma era de liberdade
O idealismo mágico de Novalis, substituído à doutrina clássica da imitação-
Märchen, fantástico
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Orfismo romântico
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Sacralização da poesia e restauração ontológica
CAPÍTULO VI: O PARADIGMA CLÁSSICO-
O classicismo definido depois pelos partidários de uma poética defunta
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Etimologias
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Sainte-Beuve por um classicismo da excelência generalizada e relativizada
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As artes poéticas dos séculos XVI-XVII e o classicismo do XIX
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Coleridge: Antigos e Modernos (1808)
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Os dois paradigmas: o Panteão e a abadia de Westminster
O paradigma clássico fortemente marcado pela cultura francesa-
Academicismo, conservadorismo, reação; posição defensiva numa guerra civil cultural
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O modelo ideal das Belas-Letras é um mito pedagógico
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Humanidades clássicas e século de ouro francês
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A escola de Versalhes não tem a superstição do passado
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Sociologia da ordem e tradição humanista
O retorno ao antigo implica uma ruptura-
Filologia contra Belas-Letras
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A doutrina clássica e o compromisso de 1820, preparado por Marmontel, Laharpe
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Villemain; o classicismo em posição defensiva
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A ascensão dos perigos culturais e o princípio de autoridade em literatura
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Implicação mútua dos valores estéticos, políticos, religiosos
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O argumento do consentimento universal
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O dogmatismo de Nisard e a relativização do gosto
Arbitrariedade do modelo das “sãs doutrinas”-
O mito cartesiano, na doutrina clássica
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Os postulados do classicismo: natureza, razão, bom senso, clareza, universalidade
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Crítica de Mornet
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A poética clássica é uma axiomática intelectualista
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As resistências ao espírito geométrico
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Nodier: os Contos de Perrault e o fantástico
Espaço mental do paradigma versalhês; absolutismo galicano-
Revelação natural da Beleza
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A. W. Schlegel: estatuário e pictorial
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Woelfflin e o Barroco
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Barroco e Romantismo, modos de escape à razão clássica
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A inspiração contra a ordem
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O Romantismo é um Barroco em profundidade, segundo a ordem dos valores
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Uma mutação totalitária
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Aliança do classicismo e das luzes no século XVIII
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O academicismo como Antigo Regime cultural
Paradigma clássico e paradigma românticoCAPÍTULO VII: NOVAS FRONTEIRAS DA CULTURA-
Mutação da cultura europeia
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A cultura europeia não é a justaposição de culturas nacionais
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Imperium romanum, Romania; Renascença, gargalo
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Reforma, Luzes, Revolução
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O romantismo funda a tradição da Europa das nacionalidades, em ruptura com o cosmopolitismo
Mito da fronteira e conhecimento dos confins-
Da literatura às literaturas
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O papel de Mme de Staël
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Universalismo racional das luzes e nacionalismo francês
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A mistura da Revolução suscita um mercado comum cultural
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O papel dos emigrados
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Da Alemanha, bíblia do romantismo
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A Alemanha desconhecida na França
A descoberta das Terras Novas e a deslocação do campo unitário da cultura-
A Alemanha, nação piloto na internacional romântica
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Unidade na heterogeneidade
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Relatividade e desmultiplicação das culturas e dos gostos
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Reabilitação do gótico
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Herder e a polivalência cultural, contra o imperialismo clássico
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Primitivismo e antiguidades nacionais
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Cultura popular
O espaço cultural não se reduz ao domínio mediterrâneo-
Descoberta da pluralidade dos mundos culturais; a Índia, o Oriente
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Frédéric Schlegel e o indianismo
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O renascimento oriental, dimensão nova do saber e do olhar
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Herder: por uma história universal da cultura mundial
Herder contra Condorcet-
Goethe: Weltliteratur
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Uma nova cultura: das Belas-Letras às humanidades modernas
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Bouterwek
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O rearranjo do espaço cultural suscita resistências
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A nova aliança dos povos: Quinet, Michelet
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O ensino das literaturas estrangeiras: Nodier, Sismondi, Villemain
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As traduções românticas
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Advento do comparatismo em literatura
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Literatura comparada ou literatura geral
CAPÍTULO VIII: SABER-
A Ciência é uma entidade mitológica
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O gnosticismo de Newton
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Newton não era newtoniano
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A historiografia das ciências contra a história
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O retorno da tradição astrobiológica recalcada pela revolução mecanicista
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O primeiro modelo unitário de inteligibilidade rigorosa, da Antiguidade ao século XVI
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Piedade cósmica de Ptolomeu
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Harmonia da alma e do mundo
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Aderências ontológicas da ciência e da filosofia antigas
Princípios fundamentais da astrobiologia-
As incompreensões de Festugière
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Defesa e ilustração das ciências ocultas contra a ideologia das luzes; dia noturno, noite diurna
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A iluminação contra as luzes
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A cosmobiologia, segunda voz da cultura
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O conhecimento não mudou de leito em 1630
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A astronomia galileica não substitui a astrobiologia
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As persistências da inteligibilidade cosmomórfica, em química, em medicina
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Paracelso, van Helmont, os Rosa-Cruz, Stahl
O saber romântico na tradição do vitalismo cosmomórfico-
Inversão das evidências e primado das indicações do dentro
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Retorno em força do iluminismo, do ocultismo no século XVIII
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Primado da fé sobre a ciência
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O saber romântico faz parte da história das ciências
O físico romântico J. W. Ritter-
A epistemologia romântica de Bernardin de Saint-Pierre
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Amor e conhecimento
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Processo do cegamento da ciência galileica, que desnatura a natureza
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Antimecanicismo
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As harmonias da natureza; paradigma antropocósmico
Mme de Staël e a Naturphilosophie alemã; organicismo, espírito maravilhoso e espírito geométrico-
O universo se assemelha mais a um poema do que a uma máquina
Desconhecimento do saber romântico pelos historiadores franceses-
Novalis: o instinto estético deve orientar o espírito científico
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Nietzsche contra a tartufice do espírito científico e a platitude positivista
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Reabilitação do caótico, do incalculável
A Naturphilosophie segundo Henrich Steffens-
Urtypus do Totalorganismus
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Schelling: inteligibilidade unitária da natureza
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“Física em grande” e cosmobiologia
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Novalis: Enciclopedística
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Integração dos conhecimentos experimentais: magnetismo, eletricidade, química, calórico, geologia
O organicismo romântico, de modo algum negligenciável, influenciou profundamente o desenvolvimento das ciências em muitos domínios-
Carl Schmitt: o romantismo como ocasionalismo subjetivo
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Ritter: a natureza se harmoniza com o homem
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Sentido da vida segundo Carus
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Situação do sujeito do conhecimento romântico
CAPÍTULO IX: CO-NASCIMENTO-
Solidão ontológica de Descartes em seu fogão
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Despossessão do sujeito no cosmopolitismo intelectualista
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A consciência romântica vem a um mundo já aí
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A tomada de consciência romântica é uma retomada
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Sonos e despertares
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O saber romântico não pode fechar-se sobre si mesmo
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O sonho de Novalis oposto ao de d'Alembert: Enciclopédia e Bíblia, Grande Obra
A Antropo-cosmo-teologia romântica oposta ao dualismo cartesiano e ao positivismo, que neutralizam o campo epistemológico-
Não há saber sem posição
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A consciência não é um centro autônomo: Co-nascimento
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A evidência cartesiana como recalcamento
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Inconsciente, obscurum per obscurius
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Fusão quase conjugal da subjetividade e da objetividade
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Novalis: philo-Sophia
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Sophia indicadora do caminho para o centro
O projeto romântico como voto do absoluto, e seu fracasso inevitável-
O romantismo é um pietismo espiritual
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Erleben, Erkennen, conversão
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Primazia do espaço interior
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Lamennais: o descaminho dos físicos
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Michelet: o gênio, faculdade divinatória; os dois sexos do espírito
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Baader: conhecimento e sexualidade
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O tema epistemológico do andrógino
Novalis: o conhecimento é encontro criador, adivinhação, vidência-
Recriar em si a natureza em estado nascente
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Michelet e a ressurreição do passado, abordagem divinatória
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Evidência e invisidência
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O papel do sentido interno e a unidade do sentido
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Voltar aquém da disjunção do dentro e do fora, do masculino e do feminino, numa visada escatológica
Do idealismo transcendental de Fichte ao idealismo mágico de Novalis-
Nostalgia do absoluto: Heimweh, Sehnsucht
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O espírito se faz mundo, o mundo se faz espírito
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Boehme: imaginação, magia
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Poiesis, busca mental
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Psicologia e cosmologia segundo Schelling
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Um transformismo universal
Comunicação das consciências e das existências; coexistência-
Solidão e comunidade
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O encontro: espaço humano romântico da amizade e do amor
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Interioridade recíproca e participação mútua ontológica das existências
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Antropocosmismo de Steffens oposto ao intelectualismo positivista
Uma pedagogia da individualidade-
Biografia e autobiografia românticas
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A viagem, desvio de si a si
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Linha de vida e iniciação
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A revelação de Jean Paul
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O saber romântico é uma gnose
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O desvio alegórico, o orfismo
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Ballanche
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O cego como vidente
Viagem iniciática e Bildungsroman-
Meister e Ofterdingen
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Exotismo romântico do fora e do dentro
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A busca do centro como ritual iniciático
CAPÍTULO X: EPISTEMOLOGIA DA TOTALIDADE-
Encher o conhecimento
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O saber romântico não divide para reinar
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O romantismo reage contra a restrição kantiana da inteligibilidade
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Da explicação à implicação
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O espaço vivido da presença ao mundo; o tempo da rememoração e da esperança, opostos ao espaço-tempo das luzes cosmopolitas, campo de manobra do intelecto
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Presença total à realidade total
Verdade transpessoal, Verstehen aus dem Ganzen-
A Hansa dos poetas
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Symphilosophieren
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Baader: cogitor ergo sum
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Totalitarismo ontológico e incoerência epistemológica
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F. Schlegel, Hoffmann, Jean Paul
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O projeto bíblico de Novalis e de Frédéric Schlegel
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Fundar uma religião
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Bíblia da Humanidade, Legenda dos Séculos, rumo ao livro total
A obra romântica como projeto inacabado-
Novalis, Coleridge
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As enciclopédias do século XIX: Saint-Simon, Pierre Leroux e Jean Reynaud
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O profetismo romântico francês
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O espírito de totalidade
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Shelley e os românticos ingleses
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Uma enciclopédia com múltiplas dimensões
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Subir a ladeira da especialização
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Rumo à nova mitologia do saber absoluto
Os Discípulos de Sais e a busca da língua sagrada, sânscrito ontológico-
Formel des Universums e equação de universo (Laplace)
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Voluntarismo fichtiano e gnosticismo das iniciações
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Sábios, poetas e sacerdotes
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Magia e harmonia universal de Kepler a Ritter
A verdade romântica como princípio de identidade universal-
A harmonia serve de fundamento à indução
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Amor e reconhecimento do homem e do mundo
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A natureza ou a petrificação do sentido
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A analogia da vida substituída à analogia da matéria
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Schelling: o monismo da identidade
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Natureza, espírito visível; espírito, natureza invisível
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Do organicismo dinâmico de Herder à Naturphilosophie de Schelling
CAPÍTULO XI: ORGANISMO-
Schelling: natureza e espírito como organismos; regularidade e finalidade
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O espinozismo da física
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A ideia de organismo, arquétipo da inteligibilidade
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Herder e a tradição cosmobiológica
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As metamorfoses do organismo e a morfologia de Goethe
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Tema fundamental da relação com o mundo romântico
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O fim do animal-máquina
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Testemunho de Steffens
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Conhecimento intuitivo do Totalorganismus
O hino de Goethe à natureza-
Consciência como Selbsterkenntnis der Vernunft
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Baader: sistema e organismo
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Organologia
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Bergson e a Naturphilosophie
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O organismo na medicina romântica
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Görres: organomia
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O conceito de organismo nas ciências da cultura
A inteligibilidade vegetativa e o paradigma da árvore-
Das árvores do paraíso às árvores de Porfírio, Lúlio, Descartes
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Arborescência da verdade romântica; Coleridge, Guérin, Hugo, Lachelier e a parábola da árvore
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Árvore da cultura e árvore cósmica
Forma mecânica e forma orgânica segundo A-
W. Schlegel e Coleridge
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Uma nova arte poética
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Germinação da unidade viva
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Do fisicalismo galileico à biologia romântica
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O bergsonismo de Pierre Leroux
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Encaixamento dos germes do cosmos
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Superabundância do sentido: analogia, relações, símbolos
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Uma hermenêutica do monismo organicista
CAPÍTULO XII: FRAGMENTO-
Obra aberta e verdade inacabada
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Hugo: Oceano
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Gesamtkunstwerk e fragmento
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Forma formans e forma formata
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Schelling e o sistema
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Os fragmentos de J. W. Ritter e dos Naturphilosophen
Expressar o infinito no finito-
Os textos fragmentários de Novalis
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Dos Pensamentos de Pascal aos fragmentos do Athenäum
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Dos Pré-socráticos a Nietzsche
Poética do fragmento-
A vida contra o intelecto
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Os Stürmer; Hamann, o pensador com quebra-nozes
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Sondagens
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Alargamento do gênero fragmentário: aforismos, cartas, conversa, diário íntimo
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A verdade em migalhas
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F. Schlegel e Novalis fragmentadores
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O fragmento não é um destroço, mas um germe
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O caso de Georg Forster
Witz e fragmentarische Genialität-
Sistema e caos
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O fragmento, microcosmo miniaturizado do pensamento
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Baader: imanência do pensamento a si mesmo
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Fragmentação de Jean Paul
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Sainte-Beuve e as escrituras da obra em estado nascente
CONCLUSÃO-
Diderot: uma oração fúnebre prematura da matemática
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Diderot contra d'Alembert
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Diderot Naturphilosoph pressente a mutação cultural do romantismo
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Do paradigma matemático ao paradigma biológico
Conversão epistemológica-
Nova interpretação da matemática segundo Novalis
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Neopitagorismo romântico
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Uma metamatemática ontológica reveladora das harmonias cósmicas
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Os verdadeiros matemáticos são iniciados
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Jouffroy: a razão não é prisioneira de suas próprias leis
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